Em uma tarde ensolarada de julho de 2022, nas ruas históricas de Florença, a jovem Valeria Valverde, uma estudante de 21 anos da Costa Rica, pedalava sua bicicleta quando foi tragicamente envolvida em um acidente grave.
O impacto foi devastador, resultando em um traumatismo craniano severo que a deixou à beira da morte.
A urgência da situação exigiu uma craniotomia imediata para aliviar a pressão em seu cérebro, mas as perspectivas eram sombrias. Os médicos temiam pelo pior, preparando-se para o inevitável.
Enquanto Valeria lutava por sua vida em um leito hospitalar, a fé e a esperança de sua mãe, Liliana, mantinham-se firmes.
No dia 8 de julho, movida por uma esperança viva, Liliana embarcou em uma peregrinação a Assis.
Lá, no silencioso refúgio da igreja que guarda o túmulo do Beato Carlo Acutis, ela derramou suas orações mais sinceras e deixou uma carta, implorando pela intercessão do jovem beato.
O que aconteceu a seguir foi nada menos que extraordinário. Naquele mesmo dia, Valeria, que até então dependia de aparelhos para respirar, começou a respirar por conta própria.
No dia seguinte, surpreendendo a todos, ela recuperou parcialmente a mobilidade e a fala. O milagre estava em curso.
Dez dias depois, em 18 de julho, Valeria foi liberada dos cuidados intensivos. Uma tomografia revelou que a contusão hemorrágica em seu cérebro havia desaparecido, um evento que desafiava todos os prognósticos médicos.
Contra todas as probabilidades, ela necessitou de apenas uma semana de fisioterapia para retomar suas atividades normais.
Com o coração transbordando de gratidão, Valeria fez sua própria peregrinação.
Em 2 de setembro de 2022, ela viajou até o túmulo de Carlo Acutis para agradecer pessoalmente pela cura milagrosa que experimentou.
E assim, Valéria se tornou o segundo milagre de Carlo Acutis reconhecido pelo Vaticano, deixando de ser beato, para assumir os altares do mundo todo.
Texto inspirado na notícia de ACI Prensa.







